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Previdência Privada e Retenção de Talentos PDF Imprimir E-mail

Muito se tem falado da escassez de mão-de-obra qualificada e do quanto a carência de profissionais bem preparados impacta negativamente as perspectivas de um país. No Brasil, a necessidade de reter talentos tem obrigado as empresas a oferecer mais do que bons salários: um ambiente de trabalho mais arrojado, ótimos planos de carreira, espaço para o desenvolvimento de projetos pessoais e benefícios extras são algumas armas das quais as organizações lançam mão, na esperança de atrair os melhores quadros e, o que é ainda mais importante, não perder para a concorrência aqueles que já se mostraram especialmente competentes.

Um levantamento realizado junto a mais de 400 organizações pela consultoria De Bernt Entschev Human Capital mostrou que a oferta de planos de saúde é adotada por 74% das companhias. Outros benefícios muito difundidos são o auxílio-refeição (68%), a assistência odontológica e o seguro de vida (ambos com 51%).

Há empresas que oferecem subsídios totais aos benefícios, e outras em que o profissional arca com uma parte do pagamento. Mesmo no segundo caso, as vantagens representadas por esses produtos funcionam como um adicional de salário.

Há também o peso simbólico. Quando uma empresa oferece benefícios, ela mostra que se importa com o bem-estar de seus funcionários e os valoriza como seres humanos.

Há organizações que vão mais longe, e além dos itens mencionados, disponibilizam auxílio-educação, transporte fretado, auxílio-combustível, vale-supermercado, convênios com clubes e academias, auxílio-farmácia e até notebook, carro da empresa e smartphone – estes últimos, em geral, para quem lida com clientes externos.

Outra tendência observada pelos autores do estudo mencionado foi a crescente preocupação dos profissionais com o futuro. Em um país onde a previdência pública se notabiliza pela ineficiência, até os jovens profissionais querem ter uma garantia de que, mais tarde, poderão manter o padrão de vida a que estão acostumados.

Despontam, neste cenário, os planos de previdência privada. As empresas que os ofertam percebem que o índice de retenção de talentos é maior, pois, para o funcionário, não compensa perder o beneficio, que funciona como uma espécie de caderneta de poupança a longo prazo. E, para o contratante, a sensação de segurança é inestimável: trata-se quase de uma garantia de que a prata da casa permanecerá ali até o fim da sua vida profissional.

O potencial desse benefício pode ser verificado com uma simples conta: um trabalhador de 45 anos de idade, que ganhe três mil reais por mês e invista 10% do valor, chegará aos 60 anos de idade com um fundo acumulado de mais de cem mil reais. É uma bela reserva, que dificilmente a pessoa conseguiria juntar se apenas colocasse o dinheiro no banco. Se um trabalhador com essa mesma renda começasse o plano de previdência privada aos 25 anos, sua reserva acumulada aos 60 anos seria de quase R$ 650 mil, o que garantiria uma pensão vitalícia de R$ 2.285. Quanto mais cedo se começa a investir, melhor!

É por isso que hoje, cada vez mais, os executivos de alto escalão negociam a contratação do plano de previdência antes de aceitarem uma oferta de emprego. Dispostos a oferecer o melhor de seu talento para as empresas, eles querem sentir que estão também construindo o próprio futuro.

Thiago Luiz Vincoletto é responsável pela área atuarial da BDO.

Profissionais da saúde estão ganhando menos PDF Imprimir E-mail
Entre os anos de 1998 e 2008, os profissionais da área da saúde passaram a trabalhar mais, contudo, estão ganhando menos.

Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), contrariando o que vem ocorrendo em outros setores do mercado de trabalho, em dez anos, houve ampliação das jornadas dos profissionais de saúde, chegando a um acréscimo de três horas, por exemplo, dentre os empregados da rede pública da região metropolitana do Recife.

Em Belo Horizonte, também na rede pública, houve aumento de duas horas e, no Distrito Federal, de uma. Já as reduções no tempo de trabalho ficaram restritas aos empregados da esfera pública das regiões metropolitanas de Porto Alegre (-3 horas), do setor privado de Belo Horizonte (-1 hora) e do Distrito Federal (-1 hora).

Ainda no que diz respeito ao número de horas trabalhadas, o levantamento aponta ser elevada a quantidade de trabalhadores da área de saúde que, com o objetivo de compensar a perda do poder aquisitivo do salário, trabalha além da jornada legal de 44 horas semanais. Esses profissionais correspondem a mais de 20% em todas as regiões analisadas. 

Salários
Apesar do crescimento na jornada de trabalho, de 1998 a 2008, os trabalhadores do setor de saúde viram suas remunerações diminuírem.

Em São Paulo, por exemplo, no ano passado, os profissionais da área ganhavam, em média, R$ 9,2 por hora; dez anos antes, este valor era de R$ 13,7, uma diferença de 32,9%.

De todas as regiões metropolitanas pesquisadas pelo Dieese, somente a de Belo Horizonte registrou alta no rendimento dos profissionais no período analisado, saindo de R$ 8,9 para R$ 9 por hora.

Na maioria das regiões, a queda dos rendimentos na saúde reflete a retração dos salários em estabelecimentos privados, que registraram reduções entre 32%, em São Paulo, e 4,5%, em Recife.

Na esfera pública, por outro lado, houve queda do rendimento hora apenas em duas regiões: Recife (-23,3%) e em Belo Horizonte (-3,4%).

Comparando os dois setores, tais trajetórias provocaram significativas disparidades, sobretudo em São Paulo, onde os assalariados da esfera privada ganhavam, em 2008, o correspondente a 68,6% do salário pago no setor privado.

RHs apontam os desafios para 2010 PDF Imprimir E-mail

2009 caminha para a reta final e já começam as muitas avaliações deste e as previsões para o próximo ano. O período de crise certamente vai deixar marcas profundas e lições importantes, agora o aquecimento da economia e as muitas oportunidades geradas pela movimentação em torno da Copa do Mundo de 2014, das Olimpíadas de 2016 e a extração do petroléo do Pré-sal atraem a atenção de empresas nacionais e estrangeiras.

E como os gestores de Recursos Humanos estão se preparando? Quais os desafios que se apontam no horizonte? A Revista Melhor - Gestão de Pessoas traz no site um artigo bastante interessante que mostra como diferentes organizações estão esperando 2010.

Para a rede Magazine Luiza com 2 mil funcionários o desafio é a atração e retenção de talentos estratégicos para dar suporte ao projeto de expansão. Já Ricardo Rodrigues, diretor de RH da Lexmark faz uma reflexão quanto aos programas de remuneração e benefícios, para ele, é hora de rever a cesta e tornando cada benefício atraente e ao mesmo tempo com custos sob controle.

Outros gestores de RH opinam e quase sempre coincidem sobre a importância de uma equipe motivada, qualificada e comprometida para que a empresa consiga alcançar patamares de crescimento e, quanto à importância dos programas de benefícios.

Na avaliação da Uniplanos Consultoria em Benefícios, além das lições da crise de 2009, as últimas regras publicadas pela Agência Nacional de Saúde colocam a gestão de benefícios numa posição delicada. Sem controle, o plano de saúde empresarial pode se tornar uma grande dor de cabeça para empresários e gestores, por outro lado, continuam sendo uma importante ferramenta para a atração e retenção de talentos.

O segredo está na escolha de um bom parceiro para a gestão.

 

 

Previdência privada: preocupação das empresas PDF Imprimir E-mail
A maioria das empresas em todo o mundo acredita que tem o papel de ser facilitadora na garantia de previdência aos funcionários, segundo revelou uma pesquisa realizada pela consultoria de recursos humanos Mercer em 33 países.

Os dados mostram que as empresas estão encorajando os empregados a assumirem maior responsabilidade na poupança para sua aposentadoria, oferecendo educação para permitir que eles tomem decisões conscientes.

Necessidade da previdência
Durante anos os empregados confiaram em seus empregadores e no governo, para que eles lhe proporcionassem segurança financeira para suas aposentadorias e poucos deles estão preparados para assumir essa responsabilidade.

Diversos governos ao redor do mundo reduziram ou planejam reduzir os benefícios de previdência social e retardar a idade de aposentadoria. Se forem diminuídos, simultaneamente, o suporte do governo e dos empregadores, a poupança do empregado obrigatoriamente ficará instável.

Razões para o plano
As empresas com plano de contribuição definida em todo o mundo abandonaram o paternalismo e veem agora sua função como facilitadora, para que os empregados poupem para suas aposentadorias, resposta de 55% dos participantes da pesquisa.

Elas possuem razões diversas para oferecer os planos de contribuição definida e, dentre elas, está a de se manter atraente para os talentos do mercado de trabalho, resposta de 76% das companhias analisadas.

Outras 56% querem encorajar a responsabilidade dos empregados e 53% desejam oferecer benefícios de aposentadoria apropriados.

Fonte: InfoMoney


Previdência Privada: 33,4% dos profissionais têm PDF Imprimir E-mail

Número de homens com previdência privada é maior que o de mulheres. Outro detalhe levantado pela pesquisa é que mais funcionários de empresas de maior porte possuem este benefício ao compararmos com profissionais de locais menores

Apesar de muitos profissionais saberem da importância da previdência privada, poucos são os que possuem este produto. Apenas 33,4% dos profissionais que responderam a pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2009”, realizada pela Catho Online, que ouviu mais de 16 mil participantes entre os meses de março e abril de 2009, disseram possuir este produto bancário. A pesquisa também detectou que os homens (36,9%) se preocupam mais com o futuro que as mulheres (27,7%).

“Programar-se e ter um plano de previdência privada é fundamental para dar tranquilidade ao profissional e sua família em caso de emergência. Felizmente, minha percepção é que essa perspectiva melhore com o passar dos anos. As pessoas estão compreendendo melhor a importância desse assunto e o crescimento da economia acaba contribuindo também”, explica Adriano Meirinho, diretor de Marketing da Catho Online.

A Pesquisa

A pesquisa sobre Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros foi realizada entre os meses de março e abril deste ano. A análise contou com a opinião de 16.207 participantes, que responderam a um formulário online com 299 perguntas, questionando sobre estas três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que trabalham em empresas privadas e que possuem mais de 18 anos de idade. Esta pesquisa é realizada pela Catho Online, a cada dois anos, desde 1988.

A Uniplanos Consultoria em Benefícios aponta os Planos de Previdência Complementar como a melhor maneira de planejar a aposentadoria sem perder qualidade de vida. Para ter um estudo personalizado, fale com um de nossos Consultores de Benefícios.



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